22º Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A 22º Bienal Internacional do Livro de São Paulo encerra-se hoje no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Ao longo de 11 dias, cerca de 480 expositores apresentaram as novidades no mundo da literatura, reunindo empresários, escritores e alguns nomes ilustres ligados de alguma forma ao mundo dos livros. Estive presente ontem (18) pela primeira vez na Bienal do Livro, e posso dizer que foi uma experiência diferente.

A saga para entrar no Pavilhão Anhembi

O evento fornece transporte gratuito das estações Barra Funda e Portuguesa Tietê até o Anhembi. Eu e minhas amigas chegamos na estação Tietê à tarde, por volta das 15:40. Resultado: a fila do ônibus gratuito já estava quilométrica. Sem condições. Mas o local do evento era próximo, cerca de dez minutos de caminhada. Fomos andando sem problemas.

Isso até chegar no Pavilhão do Anhembi. Parecia um formigueiro humano.

A fila para comprar ingresso se misturava com a fila para a entrada e a fila para pegar o ônibus de volta. Traduzindo: filas intermináveis e ninguém sabia onde estava ou para onde ia. A frase “imagina na Copa” foi pronunciada por muita gente. Foi difícil comprar o ingresso e achar o caminho para entrar, mas depois de pularmos uns dois obstáculos, enfim, entramos.

Dentro da Bienal

Lá dentro, um monte de gente passeava entre os estandes de várias editoras. Para os amantes dos livros, é um passeio e tanto. Obras religiosas, universitárias, HQ’s, livros técnicos, de culinária, de música, clássicos, revistas…enfim, a variedade era enorme. Tinha de tudo.

De fato, a maioria dos livros estavam com preços bem agradáveis, com destaque para os infantis. Dava para ficar andando lá o dia todo, sem ver a hora passar. Mas eu e minhas amigas já estávamos bem cansadas com a saga para entrar no evento, e nem conseguimos ver o Mauricio de Sousa e o Pelé (que era o nosso objetivo). Mas sai bem satisfeita de lá, comprei os livros que eu queria (e que o meu orçamento limitado permitiu).

Considerações finais

Como eu e minha amigas fomos no penúltimo dia do evento, que caiu em um sábado, posso dizer que a tendência era encontrar um mar de gente mesmo. O pessoal que foi durante a semana deve ter encontrado um ambiente bem mais tranquilo. Mesmo quem foi ontem, mas de manhã, também afirmou que estava mais calmo. Pagamos o preço de ter deixado para a última hora.

Mas, não dá pra negar que faltou um pouco de organização do lado de fora. Talvez o posicionamento dos ônibus atrapalhou o andamento da fila, talvez os organizadores não esperavam tanta gente, mas algo deve ser melhorado na próxima edição.

Enfim, eu já tinha essa opinião, e ontem reforcei essa impressão: o brasileiro gosta sim de ler.

OBS: Galera, vocês devem ter percebido que mais uma vez eu mudei o layout do blog. Estou com certa dificuldade em encontrar um visual certo para ele, mas gostei desse. Não pretendo mudar mais (pelo menos, não nas próximas semanas). Obrigada pela compreensão 😀

3 comentários sobre “22º Bienal Internacional do Livro de São Paulo

  1. Oi! Fui poucas vezes na Bienal, n pq eu n leia, mas pq não gostei!!Sei lá achei chato!! Mas vou ver se vou ano q vem p ver se ta melhor do que nas outras vezes q eu fui!!! bjo

Obrigada pelo comentário! :)

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