Cinquenta tons mais escuros – E.L James

119 - cinquenta tons mais escuros

Hoje eu vou falar um pouco sobre a obra “Cinquenta tons mais escuros”, segundo livro da Trilogia “Cinquenta tons de cinza”, da escritora E.L James. Antes de começar, não custa nada lembrar que já postei aqui no blog um texto sobre o primeiro livro (quem quiser  ler, é só clicar aqui).

ATENÇÃO: O CONTEÚDO ABAIXO POSSUI SPOILERS. SE NÃO DESEJA SABER INFORMAÇÕES SOBRE AS OBRAS, PARE POR AQUI!

No final do primeiro livro, Ana termina seu relacionamento com Cristhian por não suportar seu gosto sexual doentio. Nesse mesmo período, ela consegue arrumar um emprego como assistente em uma editora de livros. Ana tenta seguir sua vida sem Cristhian, mas ela está tão apaixonada pelo empresário de olhos cinzentos que só passa o tempo todo sofrendo e chorando.

Depois de um tempo, Cristhian procura Ana e implora para que ela volte com ele. Ana impõe uma condição: não quer mais ser punida com surras de chicote (ou coisas bizarras que provocam dor). Cristhian, completamente apaixonado, aceita. E é aí que o livro fica um porre. A cada três ou quatro páginas, é narrada uma cena de sexo dos dois. Tá bom que esse é o grande trunfo do livro, mas tudo o que é demais, enjoa.

A grande verdade é que, se não fossem as partes de sexo, “Cinquenta tons de cinza”  não teria feito todo esse sucesso. Existe uma situação inserida na história que tenta desviar um pouco o foco do sexo, mas quando ela supostamente acaba, tudo fica um porre de novo. Eu pensei sinceramente em abandonar o livro, mas como eu peguei emprestado e precisava devolver, fui até o final. A última página do livro dá uma esperança de que a terceira parte da trilogia não seja um fracasso, mas, sinceramente…ainda estou cogitando se eu vou ler.

Pra não falar só mal, preciso destacar que Cristhian Grey com certeza é um personagem marcante. Rico, bonito, sexy e apaixonado, é o sonho de toda a mulher. Nesse segundo livro, a sua tara incomum e seus traumas de infância são desvendados. Com certeza, ele também é o motivo de sucesso dessa história. Maass, como eu ainda vivo mais no mundo real do que no mundo da fantasia, o livro mais me irritou do que agradou.

Li algumas críticas falando que as pessoas “amam odiar Cinquenta tons de cinza”. Eu não sou especialista em livros eróticos, mas também li depoimentos de algumas pessoas que acompanham esse mercado, e elas afirma com certeza que existe uma infinidade de livros melhores que “Cinquenta tons”. Então, a conclusão que eu tirei é a seguinte: o livro realmente não é bom, mas para pessoas como eu, que não nunca tinha lido uma obra desse tipo, é um oportunidade de conhecer o estilo. Talvez seja uma outra explicação para todo esse sucesso. Enfim, a sugestão que eu deixo é a mesma que eu deixei no primeiro texto sobre a trilogia:  Vale a pena ler para matar a curiosidade.

Um comentário sobre “Cinquenta tons mais escuros – E.L James

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